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Chamadas pagas ao segundo no activo a partir de 3 de Junho de 2008


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59 respostas neste tópico

#21 Guest_gomes31_*

Postado 27 Março 2008 - 18:41

Operadores móveis não confirmam nova taxação de chamadas ao segundo

Entra em vigor no início de Abril uma nova lei que impede os operadores de taxarem as chamadas telefónicas ao minuto. Desta forma, os utilizadores passariam a pagar apenas pelo tempo que estão ao telemóvel sendo esse período taxado ao segundo.

Contactado pela TSF, o director-geral do Consumidor, José Manuel Ribeiro, referiu que este é "mais um diploma que vem reforçar a defesa dos consumidores e dar-lhes mais poder enquanto decisores no processo económico, neste caso em concreto dos arredondamentos que proíbe essa prática".

Actualmente, a maioria dos operadores cobra um preço fixo pelo primeiro minuto de conversações - mesmo que a chamada seja de 20 segundos -, valor ao qual é somada uma taxa por cada dez segundos adicionais. O mesmo responsável assegurou que operadores de telecomunicações vão aceitar as novas regras "sem resistências"

Questionada pelo TeK, fonte do gabinete de comunicação da Anacom referiu que está a "avaliar as implicações do decreto para o sector" recusando-se por isso a prestar mais declarações.

O TeK contactou também as operadoras móveis que não deram ainda resposta em relação a esta questão. Porém o serviço de apoio ao cliente da Vodafone refere que o "decreto está em análise e que assim que houver uma informação oficial informa os utilizadores através de SMS".

O mesmo serviço da TMN admite que não tem qualquer informação acerca da nova taxação, pelo que, até ordem em contrário irá manter os mesmos tarifários. A mesma resposta foi dada pela linha da Optimus que referiu ainda que "mesmo que a nova taxa entre em vigor, os sistemas informáticos dos operadores não estão preparados para a alteração".

#22 gif

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Postado 27 Março 2008 - 19:44

Ou muito me engano, ou o primeiro minuto será (e bem...) inflaccionado... O Triunvirato não brinca em serviço!

Já somos 2... autch.

#23 Guest_gomes31_*

Postado 27 Março 2008 - 19:58

Já somos 2... autch.


eu ja tou habituado a esse tipo de taxacao ao segundo aqui em franca com a ORANGE.

ex do meu saldo disponivel: credito: 24.51EUR sao 0h44m33s em comunicacoes nacionais ou 240 sms antes de 19/06

#24 Green_BiRi

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Postado 28 Março 2008 - 14:55

Eu já tinha visto isto na TV, mas continuo sem perceber o que é que vai melhorar... (dumb?) :gsmlove:
Siemens S30 -> Nokia 3410 -> Nokia 3200 -> Sony Ericsson k300i -> Nokia 6630 -> Nokia 1112 -> Nokia 5070 -> Sony Ericsson Z250i -> Nokia 5320 XpressMusic

#25 Guest_Quimera_*

Postado 28 Março 2008 - 15:01

Operadores móveis não confirmam nova taxação de chamadas ao segundo

Entra em vigor no início de Abril uma nova lei que impede os operadores de taxarem as chamadas telefónicas ao minuto. Desta forma, os utilizadores passariam a pagar apenas pelo tempo que estão ao telemóvel sendo esse período taxado ao segundo.

Contactado pela TSF, o director-geral do Consumidor, José Manuel Ribeiro, referiu que este é "mais um diploma que vem reforçar a defesa dos consumidores e dar-lhes mais poder enquanto decisores no processo económico, neste caso em concreto dos arredondamentos que proíbe essa prática".

Actualmente, a maioria dos operadores cobra um preço fixo pelo primeiro minuto de conversações - mesmo que a chamada seja de 20 segundos -, valor ao qual é somada uma taxa por cada dez segundos adicionais. O mesmo responsável assegurou que operadores de telecomunicações vão aceitar as novas regras "sem resistências"

Questionada pelo TeK, fonte do gabinete de comunicação da Anacom referiu que está a "avaliar as implicações do decreto para o sector" recusando-se por isso a prestar mais declarações.

O TeK contactou também as operadoras móveis que não deram ainda resposta em relação a esta questão. Porém o serviço de apoio ao cliente da Vodafone refere que o "decreto está em análise e que assim que houver uma informação oficial informa os utilizadores através de SMS".

O mesmo serviço da TMN admite que não tem qualquer informação acerca da nova taxação, pelo que, até ordem em contrário irá manter os mesmos tarifários. A mesma resposta foi dada pela linha da Optimus que referiu ainda que "mesmo que a nova taxa entre em vigor, os sistemas informáticos dos operadores não estão preparados para a alteração".


OU é o sistema informático da Optimus que não tem capacidade, porque nem sequer tem capacidade de informar os cientes após cada comunicação o detalhe da mesma!!!! É a única que não apresenta os custos das comunicações pré-pagos. Muito espertos.

#26 turbilha0

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Postado 28 Março 2008 - 15:09

Eu já tinha visto isto na TV, mas continuo sem perceber o que é que vai melhorar... (dumb?) :rolleyes:

Situação actual:
— Pagamento de um minuto completo (o primeiro), mesmo que em média 60% das chamadas tenham duração inferior a um minuto, ou seja LUCRO garantido;
— Após o primeiro minuto, o fraccionamento do preço é feito de 10 em 10 segundos.

Situação posterior:
— pagamento "à justa", ou seja, o tempo que se fala é o tempo que se paga. Cada segundo gasto é pago, sem cobranças a mais.
— POSSÍVEL EFEITO SECUNDÁRIO: Cobrança de uma taxa de activação de chamada (possivelmente o valor do primeiro minuto actualmente) tal como em Espanha. Caso isto aconteça (o mais provável), é de pensar um boicote ao uso do telemóvel.

********************************************************

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#27 Guest_Quimera_*

Postado 28 Março 2008 - 15:18

Situação actual:
— Pagamento de um minuto completo (o primeiro), mesmo que em média 60% das chamadas tenham duração inferior a um minuto, ou seja LUCRO garantido;
— Após o primeiro minuto, o fraccionamento do preço é feito de 10 em 10 segundos.

Situação posterior:
— pagamento "à justa", ou seja, o tempo que se fala é o tempo que se paga. Cada segundo gasto é pago, sem cobranças a mais.
— POSSÍVEL EFEITO SECUNDÁRIO: Cobrança de uma taxa de activação de chamada (possivelmente o valor do primeiro minuto actualmente) tal como em Espanha. Caso isto aconteça (o mais provável), é de pensar um boicote ao uso do telemóvel.


É que deixo logo de realizar chamadas. Volto ao tempo das cabines telefónicas.

#28 turbilha0

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Postado 28 Março 2008 - 15:21

É que deixo logo de realizar chamadas. Volto ao tempo das cabines telefónicas.

somos dois.

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#29 Green_BiRi

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Postado 28 Março 2008 - 15:35

Hum... tanto poderá ser bom como mau... agora é esperar... :rolleyes:
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#30 blizard

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Postado 28 Março 2008 - 15:44

pelo que se vê... a única diferença vai ser que todos os clientes vão ser taxados ao segundo depois do primeiro minuto...
se isso se aplicar as comunicações... de certeza que metem a tal taxa de um minuto...

é isto que antevejo... espero estar enganado :rolleyes:

#31 hugo86

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Postado 28 Março 2008 - 20:11

pelo que se vê... a única diferença vai ser que todos os clientes vão ser taxados ao segundo depois do primeiro minuto...
se isso se aplicar as comunicações... de certeza que metem a tal taxa de um minuto...

é isto que antevejo... espero estar enganado :rolleyes:


Eu antevejo ao segundo desde que a chamada comece
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#32 Warez

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Postado 31 Março 2008 - 22:28

Só acredito vendo.. ja não falta muito...

#33 turbilha0

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Postado 31 Março 2008 - 23:03

Agora não falta nada. Vou experimentar...

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#34 turbilha0

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Postado 31 Março 2008 - 23:05

Teste de uma chamada de 10 segundos: PAGAMENTO DO MINUTO COMPLETO.

É melhor esperar mais umas horas... Se persistir, queixa para as Instâncias europeias.

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#35 hugo86

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Postado 01 Abril 2008 - 00:22

Hoje mais uma vez o Correio da Manhã fala na capa sobre esta notícia e refere que as Operadoras resistem à taxação ao segundo

Canto superior direito da imagem

Arquivo(s) anexado(s)


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#36 hugo86

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Postado 01 Abril 2008 - 17:39

Operadoras não estão preparadas para taxar chamadas ao segundo

Vodafone e Optimus aguardam esclarecimentos e TMN não comenta.

Entra esta terça-feira em vigor uma nova lei que impede as operadoras de telecomunicações de taxarem as chamadas telefónicas ao minuto. Mas a Vodafone, a Optimus e a TMN ainda não estão preparadas para efectuar os novos tarifários.


Supostamente deveria acabar hoje os arredondamentos em alta relativamente à duração das chamadas, já que de acordo com uma directiva da União Europeia, publicada em Diário da República, as operadoras deveriam começar a cobrar as chamadas ao segundo.

Regra válida para telemóveis e telefones fixos
Com esta nova regra, válida para telemóveis e telefones fixos, as chamadas podem vir a ficar mais baratas, mas tudo indica que não é para já. Fonte oficial da Vodafone garantiu que existem ainda «algumas dúvidas de interpretação relativamente a esta situação» e, por isso, aguardam um esclarecimento por parte da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).

«A Vodafone aguarda que a Anacom se pronuncie relativamente à matéria, uma vez que a redacção de algumas disposições nos suscita dúvidas de aplicação e interpretação. De salientar que qualquer alteração tarifária envolve, necessariamente, modificações nos sistemas informáticos, bem como em toda a comunicação e material informativo e, sobretudo, a comunicação aos clientes com pré-aviso de 30 dias», disse a mesma fonte.

A operadora garante ainda que estes processos são «complexos e demorados».

A Optimus aguarda também por esclarecimentos e a TMN, apesar da Lei entrar hoje em vigor, diz que prefere não comentar.

Recorde-se que actualmente, a maioria dos operadores cobra um preço fixo pelo primeiro minuto de conversações, mesmo que a chamada seja de 20 segundos, valor ao qual é acrescentada uma taxa por cada dez segundos adicionais.

Agencia Financeira
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#37 blizard

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Postado 01 Abril 2008 - 18:29

as leis não entram em vigor de um dia pró outro...
já tiveram mais do que tempo!!!

#38 Fa3io

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Postado 02 Abril 2008 - 11:32

Apesar de entrar ontem em vigor a lei que proíbe os operadores de arredondarem em alta os preços dos serviços móveis, a verdade é que nenhum dos players no mercado português implementou a medida.

Tal como o TeK havia noticiado na semana passada, nenhum dos três operadores tem, neste momento, os sistemas adaptados à nova alteração. A este factor junta-se o pedido da Anacom que, como entidade reguladora, diz que necessita de um período para definir de que forma o diploma publicado está relacionado com o sector das telecomunicações.

Ainda no que se refere à lei e às dúvidas que este suscita, o regulador para o mercado das telecomunicações publicou ontem um comunicado onde referia que o diploma "exige, agora, por parte da Anacom, uma adequada definição das soluções necessárias à supervisão da sua aplicação neste sector."

Posto isto, os operadores assumem que vão aguardar uma decisão do organismo, que sairá dentro de 30 dias, para então procederem, ou não, à alteração.


Fonte: Casa dos Bits e Tek

Editado por Fa3io, 02 Abril 2008 - 11:33.

Os melhores sonhos são os que se fazem com os olhos abertos, não os da cegueira.

#39 Guest_gomes31_*

Postado 03 Abril 2008 - 17:28

Apritel lembra que Portugal «tem dos preços mais baratos da Europa»A Associação dos Operadores de Telecomunicações (Apritel) assumiu esta quinta-feira que, perante um cenário de possível tarifação de chamadas ao segundo, os consumidores terão de pagar mais pelos serviços. «Tarifar ao segundo ficará mais caro para a indústria do que tarifar ao minuto», disse o presidente da Apritel, Luís Reis, durante a conferência de imprensa em que a associação avançou com as suas linhas de actuação para este ano.

O porta-voz dos operadores de telecomunicações foi mais longe e explicou que, no primeiro país em que foi aplicada a tarifação ao segundo, a Espanha, os preços dos serviços de telecomunicações aumentaram em 20 e 30 por cento. A associação faz uma correlação directa entre os dois factos e lembra que «hoje, já temos dos preços mais baratos da Europa».

Recorde-se que em causa está o cumprimento do decreto-lei que defende a proibição de arredondamento em alta de preço e duração temporal de um serviço que, além das telecomunicações, deverá ser aplicado a outros sectores.

Arredondamento ao minuto não colocam lei em causa

No entender da Apritel, os arredondamentos ao minuto fazem sentido e não colocam em causa a lei, dado o acordo estabelecido previamente entre operador e consumidor e a modalidade de tarifário (dos cinco diferentes utilizados pelo sector).

«Trata-se de perceber a unidade certa. E esta deve ser aquela que permite ao consumidor ter também os melhores preços», disse Luís Reis.

Outra consequência da possível passagem da tarifação de chamadas ao segundo é a demora dessa operação: «Há operadores em que o processo será mais rápido, mas outros nem sequer estão preparados para o fazer», acrescentou.

Operadores vão cumprir a Lei

Apesar de não ter dúvidas quanto ao papel regulador da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), que já anunciou estar a preparar até Maio medidas de fiscalização da lei, a associação está tranquila e garante que «vai procurar encontrar um equilíbrio entre sensatez e populismo».

«Uma tarifa sensata é aquela que é a mais benéfica para o consumidor», realçou Luís Reis.

Para a Apritel, «não há nada na lei que diga que um serviço de telecomunicações tenha de ser taxado ao segundo», até porque a lei que saiu «é para todas as indústrias, é uma lei genérica».

Recorde-se que os operadores de telecomunicações não alteraram a sua forma de tarifação desde a entrada em vigor há dois dias do Decreto-Lei 57/2008, indicando estarem a aguardar indicações da Anacom.

No entender de Luís Reis, «o sector é altamente cumpridor da lei» e, neste caso, não haverá dúvidas de que vai continuar a sê-lo: «O sector das telecomunicações é moderno e cumpridor», realçou.

A Apritel demonstrou, contudo, algum incómodo pela atenção que o ramo tem sido alvo, não havendo reconhecimento dos méritos associados: «Estamos tristes que não seja reconhecido ao sector das telecomunicações um certo pioneirismo na relação de transparência com os consumidores. Há dezenas de outros sectores onde muito haveria a fazer para melhorar a transparência», lamentou Luís Reis.

O artigo 8º do Decreto-Lei tem uma alínea que expressa ser necessário, nas práticas comerciais, fazer-se «o arredondamento em alta do preço, da duração temporal ou de outro factor directa ou indirectamente relacionado com o fornecimento do bem ou com a prestação do serviço que não tenha uma correspondência exacta e directa no gasto ou utilização efectivos realizados pelo consumidor».

#40 Guest_gomes31_*

Postado 03 Abril 2008 - 17:59

O secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, garantiu que o Governo está disponível para regulamentar o Decreto-Lei 57/2008 "caso a Anacom se mostre incompetente para o fazer". Em declarações ao jornal O Público, o secretário de Estado reafirmou que a lei, que entrou em vigor na terça-feira, referente à proibição de arredondamentos em alta "é para cumprir".

Até aqui nenhum dos operadores móveis tomou qualquer medida para adaptar o novo modelo de taxação, já que não possuem os sistemas actualizados para isso, e a Anacom pediu em comunicado um prazo de um mês para averiguar até que ponto o novo diploma é adaptável ao sector das telecomunicações.

Segundo o regulador das comunicações, será definido "no prazo de 30 dias, sem prejuízo da aplicação imediata do diploma, um conjunto de regras para ajuizar da conformidade do comportamento dos operadores de comunicações electrónicas com o referido normativo legal".

A origem da incerteza quanto à aplicação da lei no sector das telecomunicações prende-se com o texto publicado numa alínea do artigo 8º do decreto-lei, onde são mencionadas as práticas comerciais enganosas. De acordo com o artigo "fazer o arredondamento em alta do preço, da duração temporal ou de outro factor directa ou indirectamente relacionado com o fornecimento do bem ou com a prestação do serviço que não tenha uma correspondência exacta e directa no gasto ou utilização efectivos realizados pelo consumidor e que conduza ao aumento do preço a pagar por este".

Fernando Serrasqueiro diz que a proibição dos arredondamentos em alta é aplicável em todos os sectores ou actividades que os praticam pelo que não era necessário a descriminação por cada segmento de mercado e daí não serem mencionadas as telecomunicações.

O responsável defende ainda que foi a generalidade da norma que levou o Governo a não pedir o parecer da Anacom quanto às implicações do diploma no sector das telecomunicações, mesmo que o regulador acredite que a lei levanta alguns problemas sendo necessária a clarificação do diploma.

Ainda em declarações ao mesmo jornal, o secretário de Estado refere que a lei não menciona o modelo de tarifas a seguir pelos operadores porque os modelos de taxação a seguir devem ser definidos pelos mesmos, ou seja, é dada liberdade ao sector "para definir a métrica que vai utilizar - ao segundo, ao minuto, ou outro qualquer -, o que não pode é fazer arredondamentos em alta" ou o cliente falar menos do que paga.




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