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Altice substitui duas marcas portuguesas, quando ser português está em alta


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3 respostas neste tópico

#1 zonix

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Postado 24 Maio 2017 - 17:04

Meo. Fim da marca nacional dá lugar à francesa Altice

 

Especialista deixa o alerta: “É uma marca francesa que substitui duas marcas portuguesas, quando ser português está em alta”

 

É oficial. O grupo Altice vai mesmo unificar as suas marcas nos vários mercados onde está presente numa única marca global. Até ao final do segundo trimestre de 2018 o Meo, a PT Empresas e a identidade corporativa PT Portugal vão passar a ser uma única marca: Altice. Moche, Sapo e Uzo mantêm-se nesta nova fase da companhia. Ronaldo continua como embaixador de marca e vai estar em breve em campanha da Altice USA. 

Os nomes PT e Meo têm os dias contados.

Patrick Drahi apresenta hoje o rebranding dos seus ativos para uma única marca, a marca Altice

Esta terça-feira fica marcada como o último dia da PT e da Meo — mas só dos nomes. O empresário Patrick Drahi anuncia esta tarde os planos para reunir todos os seus ativos debaixo de uma única marca, a marca Altice. Desta feita, todos passarão a partilhar com o grupo o mesmo nome, uma mudança que chegará às operações do grupo em Portugal até ao final do segundo trimestre de 2018.

 

Recorde-se que a Altice é dona da PT Portugal desde 2015. No entanto, o facto de a antiga holding da PT ainda cotar na bolsa (Pharol) e de ainda serem notícia os casos dos processos judiciais envolvendo os gestores da antiga gigante portuguesa, têm sido dois motivos de preocupação da PT Portugal: a empresa teme que as polémicas confundam a opinião pública naquilo que era a antiga PT e a nova PT.

Outro dos casos que está a fazer correr mais tinta é o da SFR, a operadora francesa de telecomunicações, que também vai mudar de nome para Altice. Terá mesmo direito a um novo logótipo depois de, no ano passado, ter sido o alvo de mais de metade de todas as queixas contra operadoras em França, indicou a AFP. De fora do rebrandingficarão os órgãos de comunicação social da Altice, tais como a BFM, a RMC, o Libératione o L’Express, entre outros. Por sua vez, a holding financeira do grupo Altice irá desaparecer, acrescenta a agência francesa.


Editado por zonix, 25 Maio 2017 - 14:40.

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#2 zonix

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Postado 25 Maio 2017 - 14:37

Meo. Fim da marca nacional dá lugar à francesa Altice

Especialista deixa o alerta: “É uma marca francesa que substitui duas marcas portuguesas, quando ser português está em alta”

 

O grupo Altice vai deixar cair as marcas Meo, a PT Empresas e a identidade corporativa PT Portugal para dar lugar a uma única marca: a Altice. Com este movimento de unificação mundial das diversas marcas do grupo de telecomunicações pelo mundo, Patrick Drahi põe fim ao último legado de Zeinal Bava na operadora, com o abandono da marca lançada pelo antigo CEO para o mercado residencial. Moche, Sapo e Uzo mantêm-se nesta nova fase, bem como Ronaldo como embaixador da marca. Desafio? “É uma marca francesa que vem substituir duas marcas portuguesas numa época em que ser português está em alta”, diz o especialista em marcas Ricardo Miranda. “É com que explique aos portugueses o que é que (a Altice) tem a ver connosco”. 

 

Mas o desafio é grande. “A Altice nada diz aos portugueses neste momento”, começa por referir Ricardo Miranda, especialista em marcas. Por isso, vai ter de “conquistar progressivamente o coração lusitano”, continua.“É uma marca francesa que vem substituir duas marcas portuguesas numa época em que ser português está em alta”, diz o criador de marcas lembrando a vitória no Euro 2016, a Eurovisão, a nomeação de António Guterres para a ONU, a Web Summit… “Na campanha que fará é bom que explique aos portugueses o que ela tem a ver connosco. O ideal é mostrar que está em fase de portugalização. Não veio cá só por uma questão de mercado. Veio também por nós. E até entrou com um processo de naturalização”, continua. Uma “componente simbólica que não pode ser negligenciada, sob pena de entrar com o pé esquerdo num pais de destros”, reforça o especialista em criação de marcas. Manter Ronaldo como embaixador pode ser um pontapé emocional no bom sentido. “Estamos muito felizes com o Ronaldo”, diz Michel Combes. “Ele é global, competitivo, dedicado, corajoso”, descreve o CEO considerando que o jogador português está muito próximo dos valores Altice. 

 

O grupo não revela quanto vai investir na unificação global de marca dos ativos de telecomunicações (além do Moche, Uzo e Sapo, apenas a Red, em França, mantêm as suas identidades) – de fora, ficam os ativos de media e a plataforma de vídeo publicitário online Teads – mas, tendo em conta a dimensão da mudança – várias geografias e marcas pelo mundo – este rebranding vai implicar uma aposta de vários milhões. Afinal, trata-se de uma mudança de marca que passa pelas lojas, edifícios, viaturas… até pela nova set up box que o grupo pretende implementar em todos os mercados onde está presente. E depois terá de comunicar isso, em campanhas de comunicação. “Tem de entrar na vida dos portugueses”, diz Ricardo Miranda. Como? “Abrindo os cordões à bolsa”. “A Altice vai candidatar-se a ‘novo imperador romano’. Para satisfazer o povo terá de ser generosa no que toca a pão e circo. Tem de fazer sorrir o bolso dos clientes, com poupanças e vantagens, e fazer rir os clientes com entretenimento”, continua. Michel Combes já admitiu, embora sem grandes detalhes, que estão a ser preparadas novas ofertas. Mas Ricardo Miranda dá uma possível receita da estratégia a implementar pela operadora. “Investimento publicitário à antiga, em mainstream e digital. Pacotes inovadores de adesão e manutenção. E uma ação de ativação que ninguém esqueça”, enumera. “A criatividade ainda é a melhor forma de furar a muralha de ruído e chamar a atenção para a marca. É uma receita de sucesso segura para que a Altice seja super-sonicamente percecionada como a ‘maior da nossa aldeia’”. 

 

in dinheirovivo


Editado por zonix, 25 Maio 2017 - 14:44.

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#3 zonix

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Postado 29 Junho 2018 - 05:55

NEGÓCIO DA ALTICE EM PORTUGAL PODE SER VENDIDO E HIPÓTESE AGRADA AOS INVESTIDORES

 

A alienação da totalidade do negócio da Altice em Portugal a outra operadora de telecomunicações, como a Telefónica ou a Orange, estará a ser equacionada pelo grupo francês, de acordo com informação avançada pela imprensa internacional. Após ter visto cair o negócio de aquisição da Media Capital, o grupo estará agora, segundo a publicação especializada TMT Finance, a reavaliar o negócio no mercado português e em cima da mesa estará a venda de todos os seus activos, onde se incluem marcas como o Meo, Sapo ou PT Empresas. Recorde-se que a antiga PT Portugal foi adquirida pela Altice em 2015 num negócio que envolveu uma verba de 5,8 mil milhões de euros, com 4,9 mil milhões pagos à operadora brasileira Oi e 869 milhões destinados a liquidar as dívidas da empresa.

Apesar de a informação não ser confirmada pelo grupo e de se manter na esfera dos rumores, o cenário está a agradar aos investidores, com as notícias veiculadas na imprensa internacional a impulsionarem os títulos do grupo na bolsa de Amesterdão, onde chegaram a disparar 6,7% esta sexta-feira.

 

Fonte meiosepublicidade


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#4 zonix

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Postado 30 Junho 2018 - 12:57

Altice vendeu 3000 Torres de Comunicações por 660M€

Fonte pplware

 

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Altice dispara mais de 6% com notícia de que pode vender negócio em Portugal

Fonte oficial da Altice Europe não quis comentar a notícia, avançada por uma publicação especializada em telecomunicações, que dá conta que a Altice pretende sair do mercado português.

 

As acções da Altice negoceiam em alta acentuada esta sexta-feira, reagindo à notícia de que a operadora de Patrick Drahi pode estar a avaliar a venda do seu negócio em Portugal.

A notícia foi avançada pela TMT Finance, com a publicação especializada no sector das telecomunicações e em fusões e aquisições a adiantar que entre os potenciais interessados estão a espanhola Telefónica e a francesa Orange.

As acções da Altice dispararam um máximo de 6,7% para 3,378 euros, elevando a valorização acumulada em 2018 para 78%. A capitalização bolsista da Altice Europe ascende a 4,6 mil milhões de euros. No mercado de dívida a notícia também está a ter impacto, com as obrigações da Altice a valorizarem.

 

Segundo a firma de research New Street, este negócio poderá representar um encaixe entre 7 a 8 mil milhões de euros para a Altice, um valor que se encontra acima dos 6,5 mil milhões de euros a que esta casa de investimento avalia estes activos (já excluindo as torres de telecomunicações).

 

Em declarações à Bloomberg, fonte oficial da Altice Europe não quis comentar a notícia da TMT Finance.

 

Os rumores sobre a Altice pretender vender o negócio em Portugal não são novos e no passado foram sempre desmentidos.  O jornal francês "Le Monde" noticiou em Janeiro que a Orange poderia avançar para a compra da PT Portugal caso a companhia de Patrick Drahi mostrasse disponibilidade para vender.

 

Contudo, a empresa francesa que agora volta a ser apontada como interessada na compra do negócio da Altice em Portugal desmentiu este interesse. Também nessa altura, a Altice negou este cenário, aproveitando para relembrar que tem reiterado que a PT Portugal é um activo essencial para o grupo. 

 

Quando nos últimos meses de 2017 a Altice sofreu quedas violentas em bolsa devido à pressão dos investidores assustados com a elevada alavancagem da empresa (50 mil milhões de euros, a dívida mais elevada entre as telecoms europeias), a empresa de Patrick Drahi anunciou um plano de venda de activos. Este não integrava a PT Portugal.

 

Em Portugal a Altice controla a Meo e recentemente alienou o negócio das torres de telecomunicações no país. Em 2015 a Altice comprou a PT Portugal à Oi, por 5,8 mil milhões de euros, e falhou recentemente a compra da Media Capital, devido às questões regulatórias impostas pela Autoridade da Concorrência.

 

De acordo com a New Street, os activos em Portugal são os mais bem posicionados para a Altice cumprir a promessa de redução de dívida, caso falhem as negociações para vender a actividade na República Dominicana.

 

Esta unidade de research também conclui que o interesse da Telefónica no mercado português é "pouco provável", dado que o foco da cotada espanhola passa por racionalizar o negócio e baixar a alavancagem.

 

Fonte jornaldenegocios


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